Em declarações ao site oficial do WRC, o piloto continuva sem saber as causas do incêndio, o qual teve uma propagação bastante rápida: “Na verdade, não sabemos o que causou o fogo, porque as chamas e o fumo espalharam-se muito depressa e decidi parar porque era impossível continuar sentado no carro. Vamos tentar descobrir as peças que poderiam estar danificadas, como os tubos dos travões ou os amortecedores, porque talvez tenha sido um problema com uma fuga de óleo dessas partes, já que foi bastante agressivo e rápido. Vai ser difícil porque, como se pode ver, não sobra nada do carro”, refere.
Quanto à possibilidade de ter sido um furo a causar o problema, Prokop confirmou a existência de um furo, mas “normalmente estas coisas não acontecem com um pneu furado. Talvez tenha sido uma combinação de tudo. Mas não houve toques ou algo do género. Olhámos para os espelhos e vimos grandes labaredas. Depois, o fumo começou a entrar no carro e tudo aconteceu muito depressa”.









