Com cinco presenças à partida, Kris Meeke já tem uma boa experiência do Monte-Carlo: “A minha melhor recordação remonta a 2005. Foi o meu primeiro rali ao volante de um Citroën, um C2 Super 1600 inscrito no Junior WRC. As condições eram difíceis, como sempre, com neve e gelo. Lembro-me sobretudo dessa edição, dado que me impus na minha categoria!”
Tendo em conta a sua experiência, Meeke sabe que um Monte-Carlo pode jogar-se nos detalhes: “Entender a estrada, ler-se o estado do piso e reagir em conformidade é a melhor maneira de alcançar o sucesso. É inútil visar este ou aquele resultado. O objetivo é ser-se regular, evitar-se cometer erros e concentrar-nos no que é prioritário: atingir a chegada. Se tudo correr bem,um bom resultado recompensará estes esforços. Os testes permitiram-me descobrir o comportamento do DS3 WRC em condições particularmente difíceis,” continua o piloto britânico. “Na neve ou no gelo, é essencial ter confiança em si mesmo e no carro. O trabalho que fizemos permitiu-me aprender e crescer. Resta ver o que nos reserva a meteorologia para a prova!”










