Com o Rali da Sardenha à porta, o actual líder e campeão do Mundo de Ralis, falou um pouco sobre a próxima prova, em declaraçãos ao site oficial do WRC. Segundo o próprio, “calor, arenoso e escorregadio”, são as palavras que melhor descrevem a sexta prova do Campeonato do Mundo de Ralis (que tem lugar de 6 a 8 junho). Para além do calor, o piloto acredita que o maior desafio que terá pela frente será o desgaste dos pneus.
Em relação à Sardenha, apesar de não ser um dos seus ralis de eleição, o piloto explica que “este tem melhorado bastante. Ainda não faz parte dos meus três favoritos, mas para mim está a melhorar. Quando o descobri pela primeira vez em 2008, não gostei muito dele. Não era muito divertido de conduzir porque as estradas eram muito estreitas e havia muitas pedras. Mas agora as estradas estão melhores de ano para ano e é um rali de que começo realmente a gostar”, explica o piloto da Volkswagen.
Vencedor de três dos cinco ralis até aqui disputados, esta época, – Ralis de Monte Carlo, México e Portugal – Ogier trouxe lembranças curiosas de alguns dos países em que triunfou. O piloto recebeu alguns pares de botas de cowboy após vencer no México e o seu peso em azeite, depois da vitória em Portugal. Quanto a uma possível vitória na Sardenha, o francês não sabe o que pode esperar, mas é perentório ao dizer que “a coisa mais importante a trazer de um rali é o troféu de vencedor”. E, em jeito de brincadeira conclui, “Vamos ver que surpresa têm as pessoas da Sardenha. Não preciso de mais azeite. Tenho ainda cerca de 50 litros”.









