Para Loeb, a paixão pelos automóveis não foi inata. Aliás, quase surgiu por acaso quando depois de se ter consagrado na ginástica e em corridas de bicicletas descobriu que a verdadeira adrenalina estava na velocidade: “Agora são a pilotagem e a competição que me apaixonam. Mas a minha carreira desportiva começou com a ginástica. Fui campeão de Bas-Rhin, da Alsácia e da Zona Este. Participei depois no campeonato francês mas não consegui melhor que o décimo lugar. Assim, a ginástica perdeu o interesse a partir do momento em que percebi que nunca mais seria Campeão do Mundo. Sempre quis ser o melhor no que fazia!”. Arrumadas no baú as recordações dos trampolins e das argolas, foi a altura de saltar para as duas rodas e experimentar as sensações das “mobylette”, mas também aqui os resultados ficaram aquém do esperado: “Nunca ganhei nada de especial. Com a ‘mobylette’ que preparávamos em casa ainda fiz algumas voltas mais rápidas na corrida mais importante que fiz, conseguindo, nesse momento, rivalizar com alguns concorrentes que participavam no Campeonato de França, mas acabei por cair. De resto, fui por diversas vezes o mais rápido, mas nunca cheguei longe”. Não admira! O destino tinha escrito que o seu futuro estava nos Ralis! Tudo o resto era uma perda de tempo…









