“Antes do Rali Sanremo de 2001, enviei diversas mensagens a marcas como a Subaru, Mitsubishi e Skoda para tentar guiar um World Rally Car. Amavelmente, todas me responderam o mesmo, dizendo que se lembrariam de mim se precisassem de um segundo piloto e que então me contactariam. Algo que nunca aconteceu!”.
Hoje em dia, nenhuma daquelas três marcas corre, mas Sébastien Loeb já soma sete títulos mundiais. Algum tempo depois dessas mensagens, não deve ter havido uma única marca que não esteja arrependida de ter negado às suas fileiras um prodígio como Sebastien Loeb.
Tê-lo na equipa, como está agora provado à exaustão, é meio caminho para o êxito no Campeonato do Mundo de Ralis, a diferença entre chegar ao título de Pilotos e de Marcas e poder obter um retorno mediático capaz de ultrapassar todo o investimento feito num ano. Para dizer a verdade, a Citroen foi a única a visionar esta “mensagem”, numa ligação que já dura desde 2002.









