Para além do interesse competitivo da prova, a 6ª edição do Rali de Vila Real – Casa Dolores era aguardada com alguma expectativa uma vez que o Clube Automóvel de Vila Real candidatou o rali ao Campeonato de Portugal de Ralis de 2008.
Mas, como reconheceu Jorge Fonseca, presidente do CAVR, nem tudo correu bem «já que os pisos se revelaram demasiado duros devido à falta de chuva, apesar de algumas tentativas de arranjo prévio. De qualquer modo, o objectivo para subida ao “Nacional” foi programado a dois ou três anos pelo que é normal que não tínhamos atingido já todas as metas». Quando isso acontecer, o clube transmontano espera apresentar um rali com outra estrutura, «nomeadamente, com mais seis classificativas no total, com três passagens repetidas por troço».
Enquanto esse objectivo não é alcançado, o clube tem algum tempo para corrigir outras situações menos positivas, como o horário da prova (que se iniciou à “hora de almoço” e terminou já com os “faróis acesos”), a celeridade na divulgação dos tempos e a própria sinalética que deveria levar o público aos troços e que se revelou manifestamente insuficiente (depois do clube ter preterido os serviços da empresa responsável por esta área no “Open”).










