Ricardo Moura sentiu algumas dificuldades na prova madeirese, onde utilizou novas afinações de suspensão no Mitsubishi Lancer Evo IX, mas ainda assim garantiu o seu principal objetivo apesar de não ter conseguido acompanhar o andamento dos Evo X dos principais pilotos locais. “Foi muito mais positivo o resultado do que a performance”, comentou o piloto açoriano da ARC Sport. “Durante o primeiro dia as coisas não correram como queríamos pois os dois amortecedores da frente ficaram inoperacionais. Os nossos adversários mais diretos ‘descolaram’ com alguma facilidade e a partir daí o nosso objetivo principal foi terminar o rali e conquistar o máximo de pontos para o CPR. Hoje, ao montarmos os amortecedores antigos, tudo voltou ao normal e conseguimos andamentos próximos do desejável, contribuindo ainda para o espetáculo do rali”.
Pedro Meireles, o único potencial adversário de Moura no CPR presente na Madeira, ficou fora de prova logo após o shakedown com problemas na caixa de velocidades. A próxima prova é o Rali do Centro de Portugal, a 21 e 22 de setembro.










