Rui Madeira (Embaixador Rally de Lisboa), está desde o início a trabalhar neste projeto: “vi nascer, acompanhei de perto, conheço o esforço que muita gente fez, tivemos sempre de batalhar para encontrar soluções” começou por dizer, falando também dos troços: “as estradas são muito interessantes fiquei surpreendido”, disse, sobre a escolha que teve, também, não de Nuno Rodrigues da Silva, navegador que dispensa apresentações e que também está ligado a esta prova: “este será o primeiro ano, queremos outros voos, mas é uma prova com grande potencial, pois o sítio onde estamos é magnífico.
Toda a gente dizia era quase impossível (ndr, organizar um Rali em Lisboa) e a verdade é que tem dado imenso trabalho. Temos condições, queremos fazer uma coisa diferente dos outros ralis, ter ambiente, no fundo puxar pelos espectadores perto de Lisboa para ver provas, há paisagens muito bonitas à porta da capital, quanto aos troços, são classificativas novas, apenas Montejunto é uma classificativa mítica, que já se fazia no Rali de Portugal. Não é um rali fácil, tem as suas ratoeiras, acho que é um rali que tem um enorme potencial e vê-se aqui também muito trabalho das autarquias que estão a apoiar a prova. Estamos aqui todos juntos para que isto corra pelo melhor, e que possamos para o ano estar noutro patamar é um desejo que todos temos”, disse Rui Madeira.











Mas começaram mal ao enxotar o Público hoje de ver os carros de perto parecia uma festa privada