Este ano no Rali Safari, prova que se realiza entre 12 e 14 de setembro, sétima de oito rondas do Campeonato Africano FIA de Ralis, vai inovar sendo que as classificativas vão decorrer numa propriedade privada, e terá em estradas totalmente fechadas (troços habituais de ralis), não como antes sucedia com troços cronometrados em ‘estradas’ com tráfego. Os três dias do evento serão realizados essencialmente na área de Nanyuki, começando em Nairobi e estendendo-se em direção a Meru. O piloto costa-marfinense, Gary Cheynes, vai para o Quénia com oito pontos de vantagem no campeonato sobre Mohammed Essa, da Zâmbia, e tem a oportunidade de alcançar o título antes da ronda final, dois meses mais tarde, em Madagáscar. Esta é a 62ª edição da antiga ronda do WRC. A prova conta com 213 km de troços, os quais incluem uma classificativa de 54 km em Loldaiga, agendada para sábado e também para domingo, e duas diferentes classificativas espetáculo, uma não muito longe de Nairobi e outra, que se disputa nos três dias, perto de Nanyuki.









