O responsável do ACP explicou em declarações à Agência Lusa que a comparticipação estatal é fundamental para a realização da prova e que sem esse valor o Rali de Portugal “não existe”. Barbosa acusa, ainda, o anterior secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, de não cumprir com o prometido em relação à entrega dos valores e de fazer “jogo duplo” relativamente à atribuição das verbas.
Barbosa relevou, ainda, o papel íntegro do Turismo de Portugal, que tendo uma comparticipação idêntica à secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, não falhou com as suas obrigações, tendo pago as verbas previamente acordadas.









