Se em 2011 o CPR terminou com 10 pilotos (dos 20 inscritos ao longo do ano, entre CPR e CRP2), no próximo ano poderá ser difícil chegar a este número. O Campeão Ricardo Moura, caso falhe o seu projeto de internacionalização, deverá voltar a assentar arraiais no CPR, algo que o vice campeão, Vítor Lopes, também pretende fazer.
Já Vítor Pascoal considera fortemente a hipótese da trocar o CPR pelo ‘Open’, o que poderá ser compensado pelo facto de Ricardo Teodósio pretender regressar ao degrau mais elevado dos ralis nacionais, caso os patrocinadores lhe aprovem o projeto. Incerta é a presença do antigo campeão do Open, Pedro Peres, tal como a de Pedro Meireles que afirma só participar, caso haja um leque de pilotos interessantes para discutir os triunfos, razão sem a qual direcionará o seu orçamento apenas para as provas internacionais do CPR e talvez um rali do Mundial.
Se João Silva conseguir a desejada internacionalização, abandonará o ‘Nacional’, algo que já é uma certeza para a sua colega madeirense, Isabel Ramos. Para Ivo Nogueira, a manutenção é quase uma certeza, tal como para Paulo Neto, Hugo Mesquita e Ricardo Marques. De fora, estão já confirmados Eduardo Veiga (irá dedicar-se aos Clássicos) e Vítor Calisto (só pontualmente), enquanto Renato Pita admite ponderar o CPR.
Contas feitas, o número de praticantes não deverá andar muito longe do que se viu este ano que apesar de tudo, não foi totalmente negativo em termos de competitividade na linha da frente ou as suas oito provas não tivessem conhecido três vencedores diferentes.










