Para muita gente foi uma surpresa constatar que os 1,6 Turbo foram mais rápidos do que os antigos WRC em cinco dos seis troços passíveis de comparar, a uma média de 11,5 s por troço (com diferenças que variaram entre a perda de 8s (Silves) e o ganho de 22,9s (Almodôvar).
Justificações? Apenas uma, chamada: “pneus”! É que quando a Michelin produziu desenhou e produziu o pneu para os novos WRC anunciou que iria privilegiar a conceção de pneus com paredes laterais menos grossas que os antigos Pirelli que equipavam os WRC 2,0 litros turbo (o que justifica também o maior índice de furos) ou seja, um pneu para ‘rodar a fundo’ e não para ser tão resistente como o pneu italiano.










