Como por exemplo, explicar o que é correr no fio da navalha em termos de orçamento: “A minha equipa tem recursos limitados e se eu tivesse tido um grande acidente o campeonato estaria acabado para mim. Mesmo assim sabia que era suficientemente rápido para andar na frente, e nunca teria começado o ano se não soubesse que podia lutar pelo top três. Não valeria a pena.”, revelou Solberg, que falou igualmente da sua participação no próximo Rali de Monte Carlo, com um Peugeot 207 S2000, uma competição diferente da que está habituado:
“O IRC é uma boa competição, desenvolveram um bom sistema, com muita publicidade e transmissões das provas na TV. São muito bons no que fazem, mas a verdade é que o Mundial de Ralis é a categoria principal dos ralis, e o mais importante para mim é correr ao mais alto nível. Simples!”, referiu Solberg antes de explicar o que pode acontecer em 2011:
“Estou a trabalhar para 2011, e há várias hipóteses em cima da mesma. Sei que se fala da Citroen Júnior Team, mas há que perceber que é bem diferente correr com a minha equipa ou pela CJT. Ao correr para essa equipa os resultados que possa alcançar revertem a favor dos seus patrocinadores, o que não acontece caso corra com a Petter Solberg World Rally Team, pois aí, com patrocinadores próprios, o Marketing reverte a favor deles. Está tudo a ser tratado, e em princípio lá estarei no início da época.”, concluindo ao dizer que está aberto inclusivamente a um projeto com a MINI ou a Ford com um lacónico: “Tudo pode acontecer, mas a prioridade é acertar as coisas com a Citroen.”










