Per-Gunnar Andersson deve ter pensado que naquela altura, em particular lhe dava um certo jeito estar a guiar um dos vários WRC que já lhe passaram pelas mãos, mas não, era mesmo o seu carro do dia-a-dia, um BMW, que não foi suficientemente rápido para entrar na maternidade sem penalizar, e por isso o seu filho teve mesmo de nascer na auto-estrada.
Houve ainda tempo para chamar a ambulância (essa sim, não penalizou) e quando chegou, o bebé não demorou um minuto a nascer: “Deverá ser piloto de ralis como o pai, parece estar nos genes”, gracejou PG Andersson, que como se sabe, vai ficar um segundo por quilómetro mais lento. O bebé, que se chama Alvin, e a mãe, Marie-Louise estão bem.










