Após as quatro primeiras provas do Campeonato Nacional de Ralis, Paulo Neto lidera a categoria RC3 com o Citroën DS3 R3T, depois de duas provas onde teve alguns problemas (em Guimarães contou com uma avaria eléctrica e nos Açores com dificuldades na caixa de velocidades) mostrando-se satisfeito com “os resultados sempre positivos”.
Contudo, o piloto não deixa de criticar a decisão de dividir o campeonato de duas rodas motrizes em duas categorias (RC3 e RC4): “a decisão de terminar com o campeonato de duas rodas motrizes, por parte da FPAK, tirou muito do interesse desportivo que poderia haver nas provas entre os carros que apenas puxam a duas rodas. Com a divisão dos RC3 e RC4, ambos carros de duas rodas motrizes mas que lutam em grupos distintos, levou a que as lutas dentro de cada um sejam menores, retirando competitividade às provas”, afirma Paulo Neto.
Para o piloto “mesmo não sendo fácil deixar de lado essa questão, pois normalmente só existem três a quatro concorrentes, por prova a disputar o RC3, temos tentado esquecer isso e colocar em prática os anos que já levamos ao volante do DS3 R3T, para sermos sempre os mais competitivos possível na luta fictícia entre os pilotos que utilizam carros de duas rodas motrizes”.








