Olivier Quesnel não estava nada contente com a táctica utilizada pelos Ford, que positivamente pararam de modo a ficarem classificados atrás de Daniel Sordo à entrada do derradeiro dia de prova. Para Quesnel a atitude “não foi muito desportiva”, mas a verdade é que nada teve de ilegal. A juntar a isso, o inusitado acidente entre Loeb e Rautenbach, que chocaram de frente numa ligação deixando o líder fora de prova:
“Que rali! Lembrar-nos-emos durante muito tempo desta primeira edição na Jordânia”, disse Olivier Quesnel. “Passámos por todas as situações! O Dani e o Marc estiveram muito perto de conseguir vencer, faltou muito pouco para isso. O balanço final acaba por ser bom. É verdade que marcámos menos pontos que os nossos adversários, mas a
competitividade dos nossos carros e a superioridade evidenciada pelo
Sébastien Loeb deixam-nos confiantes para o resto da temporada. Felicito, igualmente o Sébastien Ogier e o Julien Ingrassia que ganharam o segundo rali consecutivo na categoria Júnior ao volante do Citroën C2
S1600.”
Loeb testou na última etapa
Regressados à prova no sistema “SuperRally” depois de terem sido abalroados por Conrad Rautenbach no segundo dia de prova, Sébastien Loeb e Daniel Elena aproveitaram os muitos quilómetros da terceira etapa para realizar uma verdadeira sessão de testes. “Foi particularmente interessante medir o comportamento dos Pirelli Scorpion na classificativa mais longa” detalhou o Campeão do Mundo em título. “Em função do desenvolvimento dos acontecimentos, conseguimos amealhar um ponto para o campeonato Construtores. Para o campeonato de pilotos, temos agora cinco pontos de atraso, diferença longe de ser insuperável! A época é longa e a rapidez do nosso Citroën C4 WRC nesta prova foi encorajadora.”












