“Eu penso que os ralis não se tratam de andar às voltas. Não digo que este formato não se adapte a algumas provas, mas o que penso é que noutras, como por exemplo na América Latina ou Austrália, poderá haver ralis de endurance. Para mim os ralis têm tudo a ver com endurance.”, referiu Jean Todt.
Contudo, para os lados da Citroen, o facto de existir um parque de assistência central, abre muitas oportunidades comerciais, fator que não deve ser desprezado: “Penso que se fizermos ralis com o dobro da distância precisaremos do dobro do dinheiro e isso torna-se complicado. Sei que o Jean Todt gostaria de ralis com 800 quilómetros mas eu vejo isso como uma coisa muito difícil de suceder. Não sei se haverá organizadores com os meios para fazer provas com 800 quilómetros de extensão, portanto não me preocupo com o possível regresso dos eventos longos.”, referiu Olivier Quesnel.
Desta forma, e apesar da vontade do presidente da FIA, vamos ver se a oposição dos ‘patrões’ do WRC (Malcolm Wilson afina pelo diapasão de Quesnel) não será impeditiva a que a médio prazo, por exemplo em Portugal, se volte a ter um rali a começar em Lisboa, ir ao Norte, Centro e Sul.










