Está terminada a segunda etapa do Rali do México com a terceira prova do Mundial de Ralis votada a monotonia. Sébastien Ogier lidera o rali com 1m00,3s de avanço sobre o seu colega de equipa, Jari-Matti Latvala. Segundos suficientes para o finlandês ter referido à chegada da etapa que “preciso de um milagre para conseguir bater o ‘Seb’ (Ogier)”, enquanto o líder explicava que “não capotei por pouco num gancho, no último troço, depois de bater em algo que levantou o carro”.
Em todo o caso, Ogier caminha para a sua segunda vitória do ano e também na prova mexicana, num dia onde a desistência de Mads Ostberg logo após a primeira classificativa colocou um ponto final na emoção e incerteza. O norueguês da Citroën deu um toque numa barreira, afetando a suspensão do DS3 e sendo obrigado a abandonar pouco depois, deixando caminho livre para nova dobradinha da VW.
Com Mikko Hirvonen, Kris Meeke e Robert Kubica atrasados na classificação, brilhou Thierry Neuville que colocou o Hyundai i20 WRC na terceira posição (apesar de não estão satisfeito com a afinação dos diferenciais), preparando aquela que poderá ser a primeira festa do pódio da equipa sul-coreana, sedeada na Alemanha. Para já, o belga tem 47s de vantagem face a Elfyn Evans, também ele muito consistente mas a preferir não arriscar demasiado, preservando um quarto lugar muito positivo para quem se estreia na prova.
Martin Prokop ocupa o quinto lugar, à frente do local Benito Guerra, que se estreia num Fiesta WRC, enquanto Chris Atkinson após duas etapas com diversos problemas mecânicos no i20 WRC situa-se na sétima posição, tendo a mais de 3m30s Hirvonen que, tal como Meeke, está agora a fazer um rali de trás para a frente.
Amanhã disputa-se a derradeira etapa quatro troços apenas, mas um deles – Guanajuatito – apresenta a respeitável quilometragem de 55,92 km pelo que muita coisa pode ainda acontecer.
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