Este foi sem dúvida o rali mais competitivo e emotivo dos últimos anos, onde ficou provado que o CNR deste ano está bastante acima da competitividade da competição do ano passado. Mais do que a vitória de Pedro Meireles por escassos 0,3s, a verdade é que a prova podia ter sido ainda melhor, caso José Pedro Fontes não tivesse tido uma ligeira saída de estrada e ficado com a caixa de velocidades do Porsche em ponto morte, sem conseguir engrenar mudanças.
Quatro líderes diferentes, e a constante incerteza em relação ao resultado final, dominou a edição deste ano do Rali Cidade de Guimarães. Depois de terem sido os primeiros comandantes da prova, Ricardo Moura e António Costa acabariam por perder o rali na última especial de classificação, numa altura em que tinham voltado à liderança do rali com 3,1 segundos de vantagem. No final deste último troço, já disputado durante a noite, o tricampeão nacional de ralis viria a perder 3,4 segundos, acabando por ficar no segundo lugar, a apenas três décimas de segundo do vencedor: “Primeiro que tudo, quero dar os parabéns aos vencedores. Cometi dois erros neste rali que poderão ter ditado o resultado final. Na terceira especial de classificação, na passagem por um ribeiro, assustei-me e perdi os necessários níveis de confiança. Depois, no último troço, disputado já de noite, optei por não ligar os faróis suplementares”, desabafou Ricardo Moura.










