O Rali de Monte Carlo, na sua 76ª edição, volta ser a porta de abertura do Mundial de Ralis, este ano com menos uma prova do que nas últimas edições. Mas sendo o primeiro palco privilegiado para afinar o “barómetro” do Mundial, a prova mais mítica do calendário é também um cenário onde o imprevisto está quase sempre presente.
E é esta dupla “personalidade” da prova organizada pelo Automóvel Clube do Mónaco que a torna tão atractiva. Com quatro equipas oficiais (Citroen, Ford, Subaru e Suzuki) e uma semi-oficial (Stobart) está garantido um grande rali onde a chave da vitória poderá passar pelo trabalho de adaptação aos pneus Pirelli que as principais equipas conseguiram fazer no defeso.
Se a neve e o gelo forem uma presença assídua, como é habitual, e mesmo sem esses elementos, os pneus sem “mousse” poderão ajudar a definir a classificação final devido aos riscos de furo. Seja como for, para já, Sébastien Loeb e a Citroen levam vantagem, mas só na teoria…











