Consciente que tem potencial para se bater com Sébastien Loeb e Marcus Grönholm nalguns terrenos, Mikko Hirvonen continua à procura da regularidade que lhe permita lutar pelas vitórias mais vezes.
Com o Rali de Itália à porta, uma prova que já foi contestada pelo finlandês em três ocasiões, a primeira ao volante de um Subaru oficial, em que abandonou, depois em Ford Focus WRC privado, liderava no final da primeira etapa e depois viria a abandonar, e com o Ford oficial o ano passado, quando foi segundo.
«Apesar de se realizar na mesma região os organizadores conseguem encontrar novas estradas, o que por um lado é bom, embora por outro não permita qualquer vantagem a quem já conhece a prova. O aspecto mais difícil deste rali são as especiais demasiado estreitas, apesar de, ainda assim serem rápidas e ritmadas. Um aspecto negativo: Há muitas pedras na berma e por isso os treinos são fulcrais, já que notas perfeitas são absolutamente necessárias nesta prova.»
«Um dos meus objectivos é aproximar-me do Marcus e do Sébastien. Na Suécia, Noruega e México, consegui ter ritmo para os acompanhar, mas isso já não sucedeu em Portugal e na Argentina. Talvez seja a menor experiência que possuo relativamente a eles. De qualquer forma, penso que tenho de arriscar mais para tentar rodar ao ritmo deles…»







