Com o Monte Carlo à porta, o piloto finlandês é de opinião que a pressão que recaí sobre si nessa prova “é pouca”, mas o mesmo já não sucede na prova seguinte, o Rali da Suécia, evento que a Citroen tenta vencer há longos anos. Depois dos testes que realizou em Monte Carlo, é de opinião que “as pessoas vão ficar surpreendidas com o que vamos ser capazes de fazer” e quando é questionado relativamente à possibilidade de Loeb se retirar no final de 2012, e ficar a liderar a equipa, é cauteloso: “um ano de cada vez. Para já vou ser piloto de equipa e somar o maior número de pontos possível. Depois logo se vê o que sucede no futuro.”, referiu.











