Apesar de ter “nascido” há bem menos tempo, o IRC já começa a fazer alguma sombra ao próprio Mundial de Ralis, com cada vez mais marcas a optarem por rumar a esta categoria, muito mais barata, e com uma mediatização muito grande, devido à impulsão da Eurosport Events, que depois de muitos anos a “adquirir” direitos de transmissão a outras entidade, tornou-se, ela própria num parceiro nos eventos.
Intercontinental Rally Challenge, a Rally Raid World Tour são os grandes exemplos, e uma categoria como o PWRC que se realiza há longo tempo lado a lado com o WRC, nem de perto tem, tanta mediatização quanto as “provas” da Eurosport Events.
Ainda assim este ano o PWRC está bastante bem composto de inscritos, com 30 pilotos oriundos de 19 países, mas de acordo com Martin Holmes, a exposição mediática é muito pequena quando comparada com o WRC:
«Tanto o PWRC como o JWRC, por culpa óbvia da ISC/North One/wrc.com, são bastante menos mediatizados que o WRC, já que estes optam por centralizar as suas atenções em dez ou doze pilotos do WRC, e os resultados e resumos do PWRC e JWRC ficam para mais tarde ou mesmo outro dia. Claro que isto contribui muito para a menor visibilidade dos pilotos, embora seja do JWRC e PWRC que continuam a sair pilotos para o WRC, especialmente da primeira categoria. O Mundial Júnior é um melhor campo de recrutamento para o WRC (Loeb é o único piloto que foi campeão nas duas competições), como se pode comprovar pela lista de pilotos deste ano que tem vários pilotos oriundos do JWRC ao invés do PWRC. O Latvala é a excepção, se bem que também passou pelo JWRC, no início da sua carreira do Mundial.












