Em declarações à Agência Lusa, Luís Pinto de Freitas, presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, admitiu que o Campeonato de Portugal de Ralis que se inicia esta quinta-feira nos Açores, deverá sofrer novo decréscimo no número de participantes, já que “quando o país está em crise, os desportos motorizados ressentem-se, pois escasseiam apoios e patrocínios, não só para as equipas como para os clubes organizadores das provas. Já no ano passado se sentiu uma diminuição de equipas e sabemos que este ano não é de ‘vacas gordas'”, disse à Lusa Luís Pinto de Freitas, que não está muito confiante em melhoras no CPR, ao contrário do Open, onde o facto de ser uma competição mais adequada à realidade nacional, não se sente tanto a crise: “O Open de Ralis é mais barato e o facto das provas terem um só dia e serem mais pequenas, não podendo ultrapassar os 50 quilómetros de provas especiais de classificação, acaba por possibilitar a presença de mais pilotos. No ano passado, aumentou muito a participação, em contraponto com o Campeonato de Portugal. A média foi de 70 equipas por prova no Open de Ralis”, revelou Pinto de Freitas.










