“Tendo apadrinhado o projeto da Ford Transit desde o inicio, é normal que conheça bem as suas potencialidades. Contudo, ao ser deslocada para um cenário completamente alheio ao qual tinha sido projetada, é normal haver alguns receios iniciais tanto a nível de fiabilidade como a nível de prestação”, referiu o piloto, demonstrando grande entusiasmo após o concluir da prova.
“Fiquei muito surpreendido com as capacidades da Transit nas classificativas do rali. Não parece mas esta carrinha é extremamente ágil e resistente. O chassis é fantástico e permite-nos fazer coisas que julgávamos impossíveis para as suas dimensões. Penso que seria um projeto muito interessante para os ralis. Tem uma excelente base para desenvolvimento e sinceramente acredito que tenha potencialidades para dar cartas em provas de estrada. Além disso os ralis nacionais precisam de inovação e competições diferentes”, acrescentou.
Quanto aos tempos que foram feitos neste teste, os elementos pela competição referiram que se estivesse a competir, estaria entre os 30 primeiros em mais de uma centena de inscritos, mesmo sem qualquer preparação para os ralis.









