Falar com David Richards sobre o novo desafio da Prodrive é ver os olhos do inglês a brilharem. A ordem de trabalhos de testes de desenvolvimento tem sido cumprida e à parte de uma carroçaria danificada após um acidente quando Markko Martin testava, Richards deixa claro que “o MINI não tem tido mais do que os normais pequenos problemas de juventude. A maior surpresa tem acontecido, felizmente, pela positiva e tem sido a fiabilidade e robustez do MINI”. Nos cerca de dois mil quilómetros de testes efetuados até ao momento, Richards confirma que “o Countryman já foi posto à prova tanto em terra como em asfalto e os resultados foram, em ambos os casos, positivos, não se podendo, para já dizer, que o carro seja melhor num ou noutro piso”.
De qualquer modo, o patrão da Prodrive acredita que mesmo no ano de estreia e com bastante menos ‘know how’ e conhecimento do carro face aos rivais da Citroen e Ford “será possível chegar às posições do pódio”. Para já e depois de em outubro de 2010 se saber que a intenção seria fabricar entre 25 e 30 unidades do Countryman WRC, nesta altura os objetivos são ligeiramente menos ambiciosos com Richards a assumir que “a meta é fazer 20 carros por ano”, mas com a garantia de estarem já todos vendidos.










