Das pistas para os ralis, foi este o percurso de João Barros. O piloto de Paredes esteve à conversa com o Autosport, no Rali Casinos do Algarve, prova em que se discutia a primeira edição da Taça de Portugal de Ralis, sobre o seu início de carreira e o motivo da mudança.
Barros, hoje em dia, presença habitual no Campeonato Nacional de Ralis, deu os primeiros passos na competição no karting, modalidade em que se sagrou tetracampeão nacional. Agora, aos 35 anos, considera que “foi uma evolução normal, andei muitos anos no karting, mas devia ter deixado mais cedo o karting”.
Para o piloto “os ralis são mais divertidos, o fim de semana é maior e há muitos troços diferentes, não é sempre a mesma coisa como nas pistas”.
Quanto à estreante Taça de Portugal de Ralis, troféu que lhe ‘fugiu’ ao ser obrigado a abandonar quando liderava, na PE5, ao partir-se a correia do alternador e ter ficado com a poli ‘trancada’, Barros afirma que “a Taça foi uma boa surpresa da parte da federação, é de saudar e acho que é de continuar, vai criar mais adeptos e é mais um título para se poder ganhar, gosto do formato”, concluiu.










