Marcus Gronholm lidera o Rali da Nova Zelândia no final do primeiro dia de prova, depois duma etapa onde entrou ao ataque, e ao cabo de duas especiais já tinha “aberto” uma vantagem significativa para Sébastien Loeb, que se queixou duma má escolha de pneus nessa fase. O francês reagiu, mas o melhor que conseguiu foi manter a margem em números semelhantes, pelo que no final do dia o finlandês da Ford lidera com 13.0s de vantagem sobre o francês.
A vantagem inicial de Gronholm explica-se não só pela melhor escolha de pneus, mas também pelo facto de ter chovido, o que reduziu a desvantagem de ser o primeiro na estrada.
Mikko Hirvonen nada pôde fazer relativamente aos seus adversários, e o melhor que conseguiu foi a terceira posição, 36.2s atrás do seu colega de equipa, e líder da prova.
O ritmo dos homens da frente foi suficiente para relegar Chris Atkinson, Jari Latvala e Daniel Sordo para uma distância que já está bem para lá do minuto. O homem da Subaru está a 1m21 do líder, e tem o jovem finlandês a oito segundo de distância, cada vez a imiscuir-se mais entre os mais rápidos do WRC, não devendo andar longe a sua passagem para uma equipa oficial. Para Daniel Sordo, uma nova prova em terra significa que vai voltar a ter algumas dificuldades para lutar…com os segundos pilotos, como tem vindo a ser habitual. Dista quatro segundos do homem da Stobart.
Petter Solberg é sétimo, e voltou a ter problemas no Subaru, já que as afinações encontradas não foram as mais indicadas para o estado dos pisos. O seu irmão mais velho tem ainda mais queixas, já que capotou. Está em oitavo, 28.7s atrás do seu irmão. Mas os acidentes não se ficaram por aqui já que também Luis Perez Companc saiu de estrada, o mesmo acontecendo a Matthew Wilson, Xavier Pons e Manfred Stohl. Estes dois últimos viram-se mesmo obrigados a desistir, embora devam regressar mais logo no âmbito da regra do ‘Super Rally’









