Foi com esta declaração que o director técnico da M-Sport, Chistian Loriaux começou por contar as peripécias relativas à questão que surgiu após o Marcus Gronholm ter tido um problema com um amortecedor no Rali de Itália.
«O pânico começou quando o Marcus partiu o amortecedor no primeiro dia do Rali de Itália, que resultou num espectacular princípio de incêndio no final da especial. O que sucedeu foi que a suspensão ficou danificada por um impacto, que por sua vez fez com que a roda danificasse o reservatório de óleo do amortecedor. Nunca tinha sucedido, e com o Rali da Grécia à porta este era um problema muito sério, pois não podíamos permitir que isso sucede aqui na Grécia, já que as probabilidades disso suceder são muito maiores que na Sardenha.»
«Quem ficou foi prejudicado foram os funcionários da Reiger, os nossos fornecedores de amortecedores que ficaram sem fim-de-semana, mas no final do Rali da Sardenha já tinham arquitectado uma solução, que passou pelo reforço de peças mais vulneráveis, a redução do tamanho do reservatório, realojando-o noutro local. Na quarta-feira seguinte à prova, realizámos 20 quilómetros de testes, e três dias antes da Acrópole, tínhamos cinco novos conjuntos de amortecedores preparados para a prova. Foi um esforço fabuloso para todos na Reiger e na M-Sport».







