Após quatro anos de ausência, Armindo Araújo soltou-se das amarras do silêncio para abrir o livro sobre o momento mais difícil da carreira. O único português a sagrar-se bicampeão do mundo da produção de ralis e a correr como piloto nº1 na categoria máxima conta-lhe os motivos que conduziram à sua ‘expulsão’ da equipa oficial da Mini, o porquê de estar afastado da competição e como tudo poderia ter sido diferente… ao lado de Sébastien Loeb!













Não. Tu abandonas-te as corridas porque o PWRC era o teu limite, e não evoluis-te mais. Tu em condições normais nem um pódio conseguias no WRC. Vai puxando o brilho aos troféus que já ganhas-te e não te iludas.
É apenas o português com melhor palmarés no WRC.
Pronto! Pronto!
Volte lá para a playstation…
Nem escrever sabe, este parvalhao. O Mini era um carro falhado, nunca deu hipoteses de mostrar o verdadeiro valor dos pilotos. Entendo o AA ao nao quer descer ao nivel do actual CNR, mas concerteza faria uma mossa enorme.
Èpa… o Paddon anda a brilhar no WRC… mas quando competia contra o AA, não foi capaz de fazer melhor. Será que o Paddon evoluiu assim tanto? Não me parece… tem è um verdadeiro WRC oficial nas mãos.
Concordo plenamente, o Armindo foi e é um dos melhores.
Concordo! Só com treino e pratica é que se chega a bom.
Ha sempre um ‘entendido’ que tem as respostas todas e sabe tudo sobre todos os temas. Mas depois, vai-se a ver e foi no quentinho do sofa’ que ele adquiriu todos aqueles conhecimentos, com o comando da playstation na mao.
e foi duas vezes vice campeão do mundo no Segac Rally.
Não diga disparates, o Armindo tinha e concerteza tem muito talento para chegar longe mesmo no WRC.
Espero que ele possa regressar o quanto antes.
Abraço ao Armindo, a malta da pérola do atlântico tem saudades!
Tu deves ter um kit de unhas espetacular! Deves ter a mania de rebaixar os outros. Se bem me lembro o Armindo ganhou uma super especial á geral no Japão com um grupo N. Ele pode não ser nenhum Loeb, mas que é bom, é sim senhor. Tens lá muitos que andam anos e anos mesmo começando a conhecer os troços….. olha…. andam para lá.
Carissimo…
1o: o Mini nunca foi um bom carro em terra. (No unico rally em alcatrao, o AA rodou em 6o).
2o: o AA corria sempre com um Mini com 1 ou 2 atulizacoes abaixo do Dani Sordo e fazia melhores tempos (afinal quem tem kit de unhas, tem e pronto).
3o: o AA só nao tinha melhores patrocinios por causa da dimensao deste nosso pais.
Sao so alguns argumentos para lhe dizer que…
Conclusao: quem nao sabe do que fala… CALA-SE!!!
Ah… por falar em crise… enquanto os pilotos faziam todos treinos intensivos nos troços, o AA fazia o chakedown e o rally!
Malta, não percam tempo com essa lixeira…
O Armindo não tem que provar nada a ninguém e quem não é tendencioso (para não chamar nojento) sabe que enquanto teve material para se equiparar aos outros mostrou o seu valor e só foi campeão do Mundo por 2 vezes. Na fase do WRC o Mini era tão bom que o projecto até foi prontamente abandonado. O Armindo foi aldrabado pelo gatuno do Italiano para lá colocar o Atkinson e os resultados mostraram que o problema deviam ser os pilotos, porque não houveram melhoras.
1º ver o quão satisfeitos ficaram Sordo e Meeke com os Mini da Prodrive 2º o Mini JCW da Motorsport Itália em nada tinha a ver com as unidades da Prodrive 3º Em 2012 e em 8 ralis (programa travado pela MI) somou 11 pontos, ou seja, tanto quanto o campeão em 2012 de WRC2 no ano passado com já 2 anos de WRC, Robert Kubica em toda temporada de 2015, ou mesmo em relação a Tanak em 2015, onde em 10 presenças somou 17pts. 4º Se não poderia vir a ser campeão do mundo, o Armindo poderia ser, sem… Ler mais »
Excelente entrevista, e esclarecedora.
Embora os Ralis não sejam a “minha praia”, lamento que o AA não tenha conseguido mostrar o que vale num carro minimamente competitivo.