O alemão Nico Rosberg criticou a incerteza que neste momento existe quanto às novas regras de qualificação da Fórmula 1.
Anunciadas com pompa e circunstância durante a primeira semana de testes da pré-temporada, os dirigentes da competição vieram mais tarde afirmar que o novo sistema não estaria pronto antes da quinta corrida, o GP de Barcelona, uma vez que é necessário alterar o software que determina a contabilização dos tempos.
Soube-se hoje que afinal o sistema estará em vigor logo a partir da primeira prova do ano, o GP da Austrália, mas apenas para a Q1 e Q2 – mais um volte-face de uma história que está longe de estar terminada, não estando de parte a possibilidade de ser ‘riscado’ completamente.
Estes rumores fazem com que o piloto da Mercedes – que apoiou o formato – se mostre descontente com “a imagem pouco profissional” que ‘transpira’ da Fórmula 1.
“Estes avanços e recuos não são positivos. Não é uma mudança assim tão grande, portanto é bom que estejamos a considerá-la e incorporá-la agora”, referiu.
Embora também esteja a favor do sistema, Valtteri Bottas considera que é um risco introduzi-lo a meio da época: “É muito estranho que de repente haja uma mudança. Ainda não vou ouvi ninguém a queixar-se e estou de acordo com o sistema. Mas talvez não seja bom mudá-lo a meio do ano. De qualquer modo se decidirem fazê-lo será igual para toda a gente”.










