Antes de 1995 era habitual a existência de ralis do mundial com pisos mistos, como por exemplo o Rali de Portugal ou o Rali de Sanremo. Como muitas outras regras, a FIA decidiu ‘reinventar-se’ e foi alterando os regulamentos, perdendo-se muita da magia que os ralis antigos tinham. Contudo, a pouco e pouco, as coisas Têm vindo a mudar, primeiro com os parques de assistência remotos, que dão a possibilidade de ir um pouco mais longe e assim ficar menos limitados.
Veja-se o exemplo dos organizadores do Rlai de monte Carlo que chegaram a ponderar sair do WRC permanentemente só para poderem ter uma prova como gostam, e que este ano fez sucesso no IRC.
De qualquer forma, fomos falar com quem sabe e perguntámos a Martin Holmes se acha interessante a ideia dum rali misto, como é o caso da próxima prova do WRC, o Rali de Chipre?
“O Chipre é um caso especial que requer uma solução especial. Não há ali tantas estradas de terra como seria de esperar e sobretudo em número suficiente para que os organizadores possam propor aos concorrentes apenas uma passagem por troço, para poupar as mecânicas.”
“Neste prisma, com o PWRC e JWRC adstritos ao WRC, a solução de fazer uma etapa em asfalto acabou por ser a resposta possível para resolver o problema, numa ideia que partiu da própria FIA!”











