Depois de ter começado o dia na 11ª posição, Bruno e Hugo Magalhães realizaram uma boa recuperação que os levou ao sexto lugar da geral, em que estão, ainda com um dia de prova pela frente, isto depois de terem vencido a última especial do dia. Aloísio Monteiro, saiu de estrada na PE2 e abandonou.
Bruno Magalhães confessou de manhã que o carro estava macio demais, e depois de terem conseguido acertar com a afinação da barra de rolamento, as coisas melhoraram. Contudo, na sétima especial, o motor desligou-se em plena especial, e os portugueses perderam muito tempo (26.5s): “Tivemos alguns problemas de ‘set-up’ nas primeiras classificativas. Mas, durante a assistência fizemos alterações que resultaram muito bem e os tempos estavam a melhorar. No entanto, na penúltima especial do dia, o carro desligou-se numa reta, tivemos de fazer ‘reset’ e perdemos muito tempo. Na super-especial continuou a falhar. Ficámos mais longe do pódio”, começou por explicar Bruno Magalhães.
No entanto, as expetativas para amanhã mantém-se inalteráveis: “A equipa vai agora trabalhar no carro para perceber qual o problema e solucioná-lo. Amanhã há ainda muito rali pela frente e nada está perdido. Continuamos focados nos lugares do pódio e com a ambição de sair de Itália na frente do campeonato”, concluiu o piloto do Skoda Fabia R5.
Lá na frente, Alexey Lukyanuk passou para a frente de Nikolay Gryazin logo na PE2 e foi dilatando a margem para o segundo classificado que passou a ser Simone Campedelli depois do atraso de Gryazin. Mais tarde foi Basso a chegar a segundo, sendo que o dia terminou com o russo com mais de um minuto na frente do italiano, que vem aos próximo Rali da Madeira.








