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Azores Rally, Rui Moniz: “CPR? Contactos que temos mantido com a FPAK e pilotos apontam para que regressemos em 2022” | AutoSport

Azores Rally, Rui Moniz: “CPR? Contactos que temos mantido com a FPAK e pilotos apontam para que regressemos em 2022”

Por a 22 Setembro 2021 09:43

Dois dias após a conclusão do evento, Rui Moniz, presidente do Grupo Desportivo e Comercial, estabelece para o Azores Rali “um balanço muito positivo. Primeiro porque se realizou após três tentativas frustradas e esse é um motivo de satisfação. Segundo porque o rali reuniu todos os condimentos para ser um evento de grande nível. Na última prova especial estiveram em disputa não só a vitória como vários lugares da classificação geral. Depois, o índice organizativo respeitou os níveis habituais, não defraudando as expectativas. Para além disso, teve uma grande cobertura mediática e os espetadores, presentes em grande número, souberam respeitar as recomendações tanto a nível de segurança como, também agora, relativas à COVID-19. Funcionou tudo muito bem. Tudo se conjugou para que fosse um êxito”.
No que toca ao futuro, a prova açoriana tem contrato com a Eurosport Events para o ERC até 2022. A partir do próximo ano o campeonato será gerido pela WRC Promoter mas tudo indica que os contratos vigentes sejam respeitados. Temos a indicação de que em 2022 as provas que compõem o calendário deste ano serão mantidas e, como tal, contamos fazer novamente parte do FIA ERC.

Tal como aconteceu até agora com a Eurosport Events, iremos negociar para permanecer no campeonato para além de 2023. Isso é algo que interessa a todos. O nosso rali é já um ícone do campeonato, todos gostam desta prova que é difícil e desafiante e ninguém fica indiferente às belas imagens que o evento proporciona. A nossa expectativa é, como tal, positiva. Em termos de CPR, os contactos que temos mantido com a FPAK e pilotos apontam para que regressemos ao campeonato. 2021 foi um ano de exceção pois muitos tinham orçamentos limitados devido à pandemia mas, com o normalizar da situação, tudo indica que a caravana do campeonato nacional volte aos Açores”.
Aquele dirigente quis ainda recordar que “o DGC passa por algumas complicações financeiras que estamos a resolver. Este rali é o maior evento dos Açores e devemos reunir as condições para por na estrada a prova. Nesse sentido, contamos aprofundar o envolvimento com entidades e patrocinadores. Em 2021, para além de PSP e Proteção Civil, a prova foi realizada com a colaboração de cerca de 750 pessoas. Esta é uma estrutura muito grande e que necessita de recursos condizentes. Estamos a fazer tudo para que possamos dispor desses recursos”.

Por João Freitas Faria

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christopher-shean
christopher-shean
29 dias atrás

Optimo!

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