A questão do Promotor do WRC ganhou ontem um novo fôlego com a criação da empresa “WRC Promoter GmbH”, criada para promover o Campeonato do Mundo de Ralis. A nova empresa vai ‘comercializar’ e promover o WRC, uma questão que tem sido, há muito, problemática. Os problemas relativamente a esta questão têm-se estendido no tempo. Recuando na história, logo em 2000, quando a ISC (empresa que ficou com os direitos promocionais do WRC) foi vendida a um consórcio liderado por David Richards foram reiteradas mensagens confusas. Por um lado, foi dito que nada nos ralis poderia evoluir sem um promotor. Depois, a modalidade teve, efetivamente, um promotor, mas nada aconteceu nada de muito relevante. A questão dos direitos tem sido uma nuvem que tem encoberto uma questão maior: a cobertura televisiva global em sinal aberto. Quando a ISC reinvindicou os direitos promocionais do WRC, pensava-se que havia uma mina de ouro para explorar. Mas, aos poucos, as estações de televisão perceberam que a mina de ouro eram os ralis e não os direitos promocionais. A modalidade tem-se adaptado à evolução das circunstâncias, mas tudo isto visto do lado dos adeptos, as coisas estão longe de ser perfeitas. O Mundial de Ralis de 2013 está quase a meio e até aqui nada mudou. Enquanto isso, no Europeu de Ralis, o Eurosport vai transmitindo especiais em direto…










