Os ralis são mesmo assim e os erros pagam-se carro. quanto tudo indicava que Paulo Neto seria o vencedor das duas rodas motrizes, à entrada do último troço, um engano de contas quanto à hora ideal levou a que a equipa fosse penalização por avanço, o que escancarou as portas do triunfo para Gil Antunes, que confessou ao AutoSport que à entrada do último troço já sabia que Paulo Neto teria de ser penalizado e com isso ganharia o rali.
Erros a que todos estão sujeitos, e depois de uma prova que começou por ser dominada por Pedro Antunes, um despiste do piloto do Peugeot 208 R2 levou-o ao abandono, com Paulo Neto a ficar na frente do rali. apesar de um problema com a centralina do Citroën DS3 R3T, que não permitia o motor do carro desenvolver o que devia – Neto diz que houve um engano em França com o envio da peça – este acabou por ser “um rali que começou e acabou mal”. Apesar da penalização ainda não estar contemplada na classificação online, o piloto de Sintra vai cair, pelo menos para trás de Daniel Nunes, que desta forma é segundo das duas rodas motrizes em Espinho. Para Gil Antunes, esta é a segunda vitória do ano “Estou muito contente mas este é um rali que não é do meu gosto em que as coisas acabaram por correr bem”









