José Pedro Fontes e Inês Ponte (Citroën C3 R5), tendo em conta os seus dois pobres resultados nas duas primeiras provas do CPR, Fafe e Castelo Branco, não têm nada a perder, só lhes resta atacar ao máximo e vencer, pelo menos, no CPR, de modo a manterem-se na luta pelo campeonato. E isso pode valer vencer à geral. Fontes anda normalmente muito bem na Madeira, como ficou agora provado no Rali da Calheta. E por isso o piloto quer “Lutar pela vitória! Com os mesmos objetivos de sempre, ser primeiro entre os concorrentes para o campeonato de Portugal e tentar lutar pela vitória absoluta. Se ganhar à geral, ganho também para o CPR. Desde 2014, só em 2019 não fui o melhor entre os concorrentes nacionais, venci o rali a nível absoluto em 2016 e quero manter essa tendência. Vou encarar a prova nessa perspetiva. Não será fácil pois a concorrência é muito forte e os pilotos madeirenses são claramente favoritos”.
Fontes tem 44 anos de idade e estreou-se nos ralis em 1997 com um Seat Ibiza GTI. Manteve-se fiel ao modelo até ao final de 199 mas desde então tem estado a representar várias marcas oficialmente e esteve ao volante de carros como o Fiat Punto Kit-Car, Renault Clio S1600, Fiat Punto S2000 e, mais recentemente, Citroën DS3 R5. Alinhou também noutras disciplinas em que conquistou vários títulos nacionais. Continua a representar a casa francesa, agora aos comandos de um Citroën C3 R5. Foi o vencedor do FIA Iberian Rally Trophy em 2016 e campeão nacional de ralis em 2015 e 2016.












