Pepe López e Borja Rozada (Citroën C3 R5) regressam à Madeira para dar sequência à boa exibição do ano passado em que lutaram pela liderança no primeiro dia de prova. Portanto, ‘Pepe’ López volta este ano com mais ‘armas’, já que conhece bem melhor a prova e tem um ritmo com o C3 que Camacho dificilmente terá, ainda que o melhor conhecimento dos troços atenuem essa questão. Seja como for o espanhol pode concentrar-se somente no triunfo na prova enquanto Camacho e todos os restantes têm que gerir as suas provas a pensar nos respetivos campeonatos: “em primeiro lugar agradeço à organização e à equipa a possibilidade de participar e à Citroën por me disponibilizar um carro que me permitiu ser campeão espanhol. Este ano já disponho de experiência no rali e, como tal, pretendo conquistar um bom resultado, que é (risos) a vitória. Esta prova tem um grande público, muito hospitaleiro, e tem classificativas muito técnicas que exigem muita experiência para se ser rápido. É parecido com o que se encontra nas Canárias mas ainda mais difícil pois há muitas mudanças de aderência”.
“Pepe” Lopez cumpre dentro de pouco mais de uma semana 25 anos e estreou-se nos ralis em 2012 com um Peugeot 206. Em 2014 tripulou um Ford Fiesta R2 mas no ano seguinte passou a utilizar um Peugeot 208 R2. Com esse modelo conquistou o Volant Peugeot em 2016. Em 2017 alinhou no campeonato europeu com um Peugeot 208 T16 e no ano seguinte passou para os comandos de um Citroën DS3 R5. Desde 2019, ano em que se estreou na Madeira, conduz um Citroën C3 R5 com que foi campeão do país vizinho.













