Ricardo Teodósio e José Teixeira (Skoda FAbia Rally2 evo) poderiam ter realizado uma melhor ‘operação’ para o campeonato, mas decididamente a Madeira não ‘encaixa’ tão bem a Ricardo Teodósio, como sucede a boa parte dos seus adversários principais no CPR, e isso confirmou-se uma vez mais.
Especialmente numa prova como a deste ano, com muitas variações de aderência decorrentes da chuva que caiu na ilha durante a prova, com os troços a estarem, na sua grande maioria ‘híbridos’, isso aumentou ainda as dificuldades da dupla campeã de 2019, que ainda assim reduziu para quase metade a margem para o ainda líder do campeonato, Armindo Araújo. Bastava que não tivesse cedido a posição para Bernardo Sousa no último troço para que estivesse virtualmente empatado com o líder do campeonato. Assim está a quatro pontos:
“Demos tudo por tudo, mas não conseguimos segurar o lugar no pódio do Campeonato Portugal de Ralis. Ainda assim, reduzimos a diferença para o líder do Campeonato e vamos continuar a lutar até ao final”, disse Ricardo Teodósio, que teve uma prova muito difícil: “Finalmente terminou. Foi um rali muito difícil. Este último troço foi impróprio para cardíacos com pneus para seco, duros, a andar naquela água… muito difícil. Terminamos, não estamos no lugar que queríamos mas as corridas têm destas coisas. Foi bom, no final fizemos mais pontos que o nosso adversário direto. Não era o que queríamos mas estamos de parabéns.”












