Bruno Magalhães e Carlos Magalhães regressaram aos triunfos no CPR. Depois de três quartos lugares o ansiado triunfo, mesmo ainda sem o novo Hyundai i20 N Rally2, que se estreia no próximo fim de semana no Rali de Ypres, e também importante, o relançamento do seu campeonato, já que reduziu bastante a margem pontual que o separa da frente.
Bruno Magalhães terminou no segundo lugar da geral e o triunfo entre os concorrentes do CPR surge pela terceira vez consecutiva: “Concluímos este rali com um sentimento de vitória pois cumprimos integralmente os nossos objetivos. Eu falhei algumas escolhas mas o carro esteve excelente, e tenho de agradecer à equipa por isso” começou por dizer Bruno Magalhães que contou com um i20 R5 ainda muito competitivo e fiável: “Gostava de poder voltar a este rali novamente em condições de poder lutar pela vitória absoluta”, acrescentou, esperançado que a competitividade do novo i20 N Rally2 o permita:
“Foi um rali espetacular para nós. Cumprimos, integralmente, todos os objetivos: vitória no CPR e pódio na classificação geral. Não foi um rali nada fácil. Tivemos algumas escolhas difíceis ao nível de pneus que nem sempre foram as melhores, mas mantivemos sempre a toada ofensiva, atacámos bastante. Aguentámos toda a pressão que nos foi colocada pelos adversários. O nosso Hyundai esteve excelente, tanto a nível de fiabilidade como de comportamento. Estamos muito contentes. Parabéns a toda a equipa pelo fantástico trabalho realizado”, disse Bruno Magalhães, deixando ainda uma palavra para Miguel Nunes, que desistiu com a meta à vista quando liderava o rali: “Muito difícil. O Zé Pedro tinha melhores pneus que nós nesta parte final, tinha pneus de chuva por isso fizemos o possível, sem exageros. Era muito fácil cometer um erro como aconteceu ao Miguel (Nunes), tenho muita pena por ele, não merecia. Quanto ao resultado, não podia ambicionar mais. Lamento subir um lugar por causa do que aconteceu ao Miguel, que além de ser um amigo, merecia, pois fez um excelente rali. Sabemos que o desporto motorizado muitas vezes é ingrato e por isso queria dar-lhe um abraço e ao João Paulo e força para a próxima.”










