F1, Fernando Alonso: “Eu era o mau da fita contra os britânicos”
Fernando Alonso fez um reparo na antevisão do GP da Hungria, em que referiu que a batalha de Max Verstappen contra Lewis Hamilton seria dificultada pela sua nacionalidade. O espanhol explicou o seu raciocinio.
A F1 tem uma forte presença britânica e Alonso considera que isso será uma dificuldade extra para Verstappen nesta luta com Hamilton, algo que o espanhol sentiu nas suas lutas pelo título:
“Tenho sempre a impressão de que quando as coisas ficam um pouco picantes ou tensas na luta pelo título, este desporto, é um ambiente britânico”, disse o espanhol. “As equipas são britânicas, a maioria dos jornalistas e da atenção dos media, equipas de televisão vêm do Reino Unido. Compreensivelmente, há um pouco de preferência pelo piloto do seu país que pode ser competitivo e continuar a ganhar. Foi o que senti quando estava a correr e parecia que era o mau da fita da Fórmula 1, quando estava a tentar lutar contra, normalmente, os britânicos. Quando vi o incidente de Silverstone ou quando vejo Verstappen a receber algumas perguntas, entendo a sua posição, com certeza”.
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carlos-asus-cruzgmail-com
8 Agosto, 2021 at 17:08
Partilho totalmente a opinião do Alonso.
FormulaTwo+1
8 Agosto, 2021 at 17:20
Que disparate total. Naturalmente a imprensa britânica terá preferência por Hamilton, a espanhola por Alonso, e a holandesa por Verstappen. De estranhar seria se assim não fosse! Mas de facto, para vencer, Verstappen só tem de ter a preferência da sua equipa, a Red Bull. E Hamilton da sua, a Mercedes. O resto é conversa para pacóvio. É melhor Alonso pilotar mais e falar menos… Porque o espanhol está bem melhor em pista do que nas declarações à imprensa! E é isso que nós, espectadores de F1, apreciamos.
Pity
8 Agosto, 2021 at 17:32
O Alonso é especialista em entrevistas, “dança conforme a música”, ou seja, fala o que o entrevistador quer ouvir. Na mesma hora, se tiver de dar entrevistas a três órgãos de países diferentes, sobre um mesmo tema, ele dá três respostas diferentes. Foi o que aconteceu neste caso, disse aquilo que ele achou que os holandeses iriam gostar. É a “diplomacia à la Alonso”
FormulaTwo+1
8 Agosto, 2021 at 18:20
Tal como o personagem Zelig, no filme homónimo de de Woody Allen! Há gente assim, e não é pouca!
[email protected]
8 Agosto, 2021 at 17:30
Outra vez a tentar uma “nova verdade”? O teu carácter, o teu deslumbramento essas foram as causas desde o inicio. 2007 definiu-te, mas o píncaro da tua auto-idolatria foi quando em 2015 afirmaste ser a “chave das transferências”, só não sabias que a Ferrari estava farta de ti, já tinha encomendado um par de patins e não tinhas lugar em mais lado nenhum.Certamente a imprensa (excepto a espanhola) também é a culpada de não ganhares um campeonato de F1 nos últimos 15 anos….?
831AB0
8 Agosto, 2021 at 17:57
De tanto ler aqui sobre o Alonso, quase me esquecia que foi o colega de equipa dele, e não ele, quem ganhou o último Grande Prémio.
Sr. Dr. HHister
8 Agosto, 2021 at 18:11
É uma perspectiva interessante e desinteressante ao mesmo tempo.
Interessante porque é verdadeira, de certa forma. O jornalismo inglês tem bastante presença e visibilidade. Desinteressante por vir do Alonso, que se tenta elevar sempre mais um bocadinho. Não precisa disso. O Hamilton também não. É giro como são tão parecidos. Lol.
jo baue
8 Agosto, 2021 at 19:16
Surprise! 1 ou 2 verdades inconvenientes !
Sim, a F1 é um joguinho inventado e desde sempre dominado pelos albiónicos ( mais um ” it´s coming home”),e ai daqueles que venham de fora do círculo deles, até porque a fachada do fair play deles em 1 minuto cai facilmente como vimos na final de Wembley, aquando da entrega das medalhas por exemplo, são na maioria os piores perdedores. A questão aqui é o verdadeiro império deles na comunicação social, com as suas sucursais fora das Ilhas, e que facilmente vão enganando e intoxicando os cândidos e papalvos. É claro que o Nando ( mas este não pode falar muito) foi prejudicado- e isto não significa somente q o Ron”Verme” Denis lhe tirou o estatuto de prima donna- face ao novo menino bonito no ano de 2007, não são só gajos como o Briatore que o testemunham, há outros, caso do ex- McL Mark Priestley que o escreveu o preto no branco no seu ( tão inconveniente para alguns) livro. A coisa vai ao ponto de – recordação pessoal- o HAM a ultrapassar o Massa graças a ter seguido em frente na 1ª Variante de Monza, com os camera men a não perderem nada obviamente , mas com as imagens inconvenientes a serem “misteriosamente” esquecidas, zero replays e todos caladinhos.
Mas sobre esse ano há que recordar que I) a posse de documentos e informações confidencias da Ferrari, II)por parte da McLaren, e não do indivíduo A ou B, foi provada especialmente graças à confissão do Alonso, e alguém de boa fé acredita que o Ron lho perdoasse em termos desportivos, digamos assim? Mais: foi o próprio espanhol que demonstrou que a McLaren, ou McLadren?, beneficiou desses conhecimentos, é só ir consultar nas centenas de págs. do processo por exemplo aquele em que o Nando e o amigo Rosa/piloto de testestrocam informações dos novos Bridgestone e da repartição de travagem, vale a dizer, meses e meses de trabalho, testes e simulações poupados…
Infelizmente, em troca a Ferrari garantiu ao Santander a entrada do Nando, o que veio a acontecer + tarde , quem se lixou foi o pobre Kimi, mas isso já são outras contas…..
Frenando_Afondo™
8 Agosto, 2021 at 19:33
Enfim, voltou o Alonso chorão. Nem preciso gozar com o homem, ele enterra-se sozinho. hahahaha
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
8 Agosto, 2021 at 22:09
E também não é preciso metade do fórum andar a gozar contigo… com esses comentários tu enterras-te sozinho! hahahaha
Cumprimentos
Roger M
8 Agosto, 2021 at 20:45
O Alonso apenas disse o obvio. Bastou ver como a imprensa na F1, e principal fornecedor de informação para outros meios de comunicação, faziam do Rosberg um vilão. Quando o Rosberg fazia a pole ou vencia o GP…a atenção, era o porquê de o Hamilton não tê-lo feito. Sendo mais evidente quando entrevistavam o Toto e o Lauda. Uma equipa com a mira apontada, é a Ferrari por ser talvez das únicas sem sede em Inglaterra. Quanto ao Alonso, quando bateu um alemão, o Schumacher, e uma equipa italiana, a Ferrari, andava nas boas graças da imprensa britânica…até ter partilhado equipa com o Hamilton.
jo baue
9 Agosto, 2021 at 19:15
A Ferrari, ou melhor, o Enzo Ferrari chegou a ser o único que enfrentou de cara os “garagistas ingleses”, termo que aliás foi ele que criou para lembrar que essas eram equipas que compravam peças e componentes assim como os motores a terceiros,desse modo gastando menos com a F1. Não obstante, eram muito unidos e consideravam- e continuam a considerar- que a F1 era deles, tanto que apareceram fenómenos como a FOCA destinada a gerir e decidir unilateralmente desde as receitas da F1 até aos regulamentos técnicos. Por exemplo, como no fim dos anos 70 não conseguiam rivalizar em termos de motor com a Ferrari, o Cosworth tinha menos potência, inventaram estratagemas ilegais para em termo de aerodinamica e não só gozarem de forma desonesta de uma vantagem, foi o caso das “mini-saias” . Aliás, o tão elogiado Lotus 79 , o 1º wing-car ,era descaradamente ilegal pois dispunha de apendices móveis com efeitos aerodinâmicos, e bem sabendo os “impolutos” ingleses que além do mais o 12 cilindros em V a 180 graus que era o ponto forte da Ferrari, não consentia, devido à amplitude do ângulo entre os blocos de cilindros , realizar um wing-car perfeito, logrando eles assim criar um ponto fraco à Ferrari. Mas claro, tudo abafado pela imprensa amiga e conivente.
...
8 Agosto, 2021 at 22:04
Disse, está dito e bem dito, mas o feito do FA também ajuda a isso!
Speedway
9 Agosto, 2021 at 12:15
A media britânica até era muito pro Vettell e Alonso e algo fria face ao Hamilton . Mas como os ventos lá fora andam a soprar para um determinado lado,eles também tiveram de virar a casaca.Eles e os outros no geral.
E também a folha de serviço que ele apresenta é imensa !