Bruno Magalhães foi o piloto de serviço na apresentação da Toyota Gazoo Racing Portugal, com a Salvador Caetano a anunciar que vai participar no CPR com um Toyota GR Yaris Rally2.

Logicamente, perguntámos a Bruno Magalhães o que a sua presença ali significava. A resposta foi clara quanto ao objetivo de regressar para o ano, mas quanto a ser ele, o piloto escolhido pela Toyota, há que esperar: “está tudo ainda muito parado, podem existir algumas possibilidades, depende do mercado, depende das opções que serão tomadas pelas equipas, está um pouco tudo ainda incerto neste momento.”
“Portanto, é deixar correr, tentar arranjar alguns apoios e ver se surge alguma oportunidade.
Acho que merecíamos, temos sido sempre rápidos, por uma razão ou outra não fomos campeões, mas andámos sempre lá na luta, andámos sempre depressa, ganhámos sempre ralis, portanto temos sempre mostrado o nosso potencial, e acho que temos ainda muito para dar aos ralis. A ambição é grande…”
O que achaste do carro?
“Gostei imenso do carro, muito bem construído, muito honesto de conduzir bastante fácil para quem chega e tem apenas um setup de base, começar logo a andar bem é bom. Tive a facilidade de encontrar um carro ao qual me adaptei logo bastante bem, ganhei logo confiança parece que podemos sempre fazer mais qualquer coisa que o carro permite, não é um carro que crie grandes sustos, e quando os carros são fáceis e transmitem logo confiança aos pilotos é meio caminho andado para se conseguir bons resultados”, explicou.
E se não for possível os ralis e surgir um projeto fora deles?
“Se surgir um projeto fora terei que o analisar. Sou um apaixonado pelos ralis o meu foco é 100% nos ralis desde miúdo quando comecei a ver o meu pai fazer ralis, e portanto, a minha grande ambição é essa. Mas não descuro experimentar outra coisa, como tem sucedido com muitos pilotos no Todo-o-Terreno, um Can Am ou isso, por diversão, sim, mas não estou a trabalhar sequer em nada à parte dos ralis”
Após dois anos fora, tens acompanhado o CPR?
“Mantém-se a luta que tem acontecido nos últimos anos, em que chegávamos ao último rali com quatro pilotos a poder ser campeões. Existiu sempre equilíbrio de forma o CPR era sempre resolvido na última prova. Desde que haja sempre competitividade e que os campeonatos se decidam só no fim é sempre muito mais emotivo para toda a gente”









