Pedro Meireles não teve um bom final de época no Nacional de Ralis. Depois do autêntico balde de água fria logo no arranque do segundo dia do Rali Casino de Espinho no que à luta pelo título diz respeito, com o abandono de Pedro Meireles, que bateu pouco depois do arranque da especial Ferreira de Castro 1 e partiu o braço da suspensão, no Algarve as coisas voltaram a não correr bem, isto depois duma magnífica luta pelo segundo lugar com João Barros: “A temporada de 2016 não foi nada do que prevíamos e desejávamos apesar da conquista do vice-campeonato e este rali do Algarve voltou a não correr bem. Estávamos a fazer um bom rali, ainda que longe da luta pela vitória mas numa luta acesa com o Joao Barros pela segunda posição. Terminamos o dia de sábado em segundo e ontem queríamos manter a posição, mas logo nos últimos quilómetros da primeira especial do dia começamos a sentir uma vibração estranha e falta de travões. Então fomos para a especial seguinte na esperança de que nada de grave se tratasse mas a meio da especial da Fóia o rolamento ‘gripou’ por completo e restou-nos levar o carro até final da especial. Analisado o problema, era impossível continuar em prova e consequentemente fomos obrigados a abandonar. Não era este final de época que desejávamos mas resta agora começar já a pensar em 2017” disse Pedro Meireles, que termina uma época positiva mas cheio de percalços. Ainda assim, juntamente com Mário Castro, foram vencedores.









