Realizou-se ontem a assembleia geral da FPAK, sendo que um dos temas lá discutidos foi o calendário do CPR de 2022. José Manuel Afonso, presidente do Clube Automóvel do Algarve, interpelou a FPAK, questionando-a pelo facto do Plano de atividades de 2022 não mencionar a quantidade de provas nem quais as provas que vão fazer parte do campeonato de 2022, referindo depois as informações que circulam, inclusivamente no AutoSport, que o Rali Casinos do Algarve vai ficar novamente de fora, dizendo que é “injusto”, citando depois as declarações da APPR ao AutoSport, em que é dito que as provas devem entrar no calendário por mérito, fruto dos resultados dos relatórios dos observadores, alegando que a prova do Algarve ficou de fora em 2020 “por motivos políticos”, tudo indicando que voltarão a ficar de fora em 2022, questionando também a FPAK se é verdade “existirem provas com lugar cativo no nacional de ralis, sim ou não, quais os critérios de entrada e de saída dessas provas do CPR e a rotatividade que tanto se fala se está ou não prevista para o próximo ano” .
Quem respondeu, foi Nuno Jorge, da Direção da FPAK: “estamos a trabalhar afincadamente para encontrar a melhor solução para os ralis em Portugal”, assegurando depois que “esse processo ainda não está finalizado, têm sido discutidos mas ainda não sabemos as provas que estarão no calendário”.
Relativamente à questão da rotatividade: “definitivamente, temos que encontrar um modelo, que sirva a todos” assegurando que “não deve haver provas cativas”, e que “tem de se fazer uma análise profunda e no final, tomar uma decisão, se deve haver sistema de rotatividade, sistema de sobe e desce, se é só por mérito, independentemente de haver ou não rotatividade, nada está definido, nada está assente, ainda não temos uma conclusão.”










