CPR, Rali Terras d’Aboboreira: tudo ou nada para Teodósio, Bruno quer ‘chegar-se à frente’
O Campeonato de Portugal de Ralis entra numa fase importante com a sua terceira prova, o Rali Terra d’Aboboreira, pois vai permitir que as coisas se definam ainda melhor, mas em alguns casos, como por exemplo o de Ricardo Teodósio, é absolutamente decisivo que mude o rol dos acontecimentos sob pena de ficar cedo afastado da luta pelo título.
Nunca até aqui, desde 2018, quando se juntou este leque de concorrentes, que têm colocado o CPR em patamares em que não tinha estado nos últimos 10, 15 anos, Ricardo Teodósio esteve tão mal, quanto está este ano, ao cabo de dois ralis.
O algarvio, agora da Hyundai, foi sexto em Fafe e abandonou nos Açores.
Desde 2018 para cá, nos oito ralis que perfizeram o arranque dos campeonatos entre 2018 e 2021, só uma vez não terminou no pódio. Nas outras ocasiões todas ou venceu, ou foi terceiro. Agora teve um 6º e um abandono. Por aqui se vê a premência de obter bons resultados rapidamente.
A presença de Dani Sordo nos testes ‘diz’ mesmo que a Hyundai meteu a carne toda no assador e agora, é sim, ou sopas: “Sim, arriscar é o que terei de fazer agora”, começa por dizer Ricardo Teodósio. Com 40 pontos de atraso face ao líder do CPR, Ricardo Teodósio tem trabalhado arduamente para mudar o rumo dos acontecimentos e espera que a próxima prova lhe sorria: “Trabalhámos para que este Rali Terras D’Aboboreira seja diferente para nós, em termos de andamento e de resultado. Temos que andar o mais à frente possível no CPR. Debatemo-nos com problemas ao nível da afinação do carro e também técnicos nos dois ralis anteriores e isso não nos permitiu fazer melhor.
Agora, com uma nova suspensão e depois da ajuda que o Dani Sordo nos veio dar nos testes antes da prova, acredito que haja uma evolução e eu consiga reencontrar-me com os bons resultados. A grande questão é conseguirmos, com uma afinação eficaz, colocar o i20 mais rápido”, concluiu o piloto algarvio.
O seu colega de equipa, Bruno Magalhães, é segundo do campeonato, a 14 pontos de Armindo Araújo, fruto de dois terceiros lugares, conjunto de resultados que tem sido mais ou menos a mesma bitola dos últimos dois anos.
E como todos já percebemos, o novo Hyundai i20 N Rally2 sofreu problemas nestas provas, com a suspensão, amortecedores, que se tiveram sido resolvidos – tal como revelou Teodósio – os Hyundai vão andar mais e melhor no Terra d’Aboboreira.
Resta saber o que Armindo Araújo e a The Racing Factory pensam disso…
Para Bruno Magalhães, é fulcral aproximar-se de Armindo Araújo: “Direi que a sessão de testes foi proveitosa e até adorei andar, numa experiência interessante, ao lado do Dani Sordo. Mas continuamos focados no nosso trabalho e nas nossas necessidades, tipo ‘fato à nossa medida’, porque cada um tem o seu estilo de condução…”, começou por adiantar o piloto do Team Hyundai Portugal, confessando alinhar na terceira prova da época, nos concelhos de Amarante, Baião e Marco de Canaveses, com a determinação que o caracteriza: “A minha motivação está sempre em alta, até porque encaro os ralis com muita alegria, dando o máximo para lutar pelas vitórias. Nas duas primeiras provas do ano os resultados não foram aqueles que gostaria, mas a nossa ambição agora é dar um passo em frente e discutir o primeiro lugar”.
“Temos que trabalhar para ter o carro cada vez mais competitivo e ser mais fortes para não deixar o Armindo fugir. Na parte final do Rali dos Açores estive a 30 e depois a 11 segundos de diferença dele, só que tive problemas e não foi possível lutar até ao fim, mas aguentar a posição que ocupava para assegurar pontos”.
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