Tal como se esperava, Dani Sordo e Carlos del Barrio (Hyundai I20 R5) emprestaram o seu ritmo ‘mundialista’ a este início de CPR e na primeira especial de classificação, Luílhas 1, registaram o melhor crono, com 8m47.2s, deixando a melhor dupla portuguesa, Ricardo Moura/António Costa (Skoda Fabia R5) a 6.4s.
Armindo Araújo e Luís Ramalho (Hyundai I20 R5) entraram bem na prova e realizaram o terceiro tempo a 2.2s do açoriano.
Miguel Barbosa e Paulo Babo (Skoda Fabia R5) começaram com um quarto posto, a apenas dois décimos de Armindo Araújo, com Ricardo Teodósio e José Teixeira (Skoda Fabia R5) na quinta posição, quatro segundos mais atrás.
Bruno Magalhães e Hugo Magalhães (Hyundai I20 R5) tiveram um arranque cauteloso, ficaram a 2.1s de Teodósio, com José Pedro Fontes e Inês Ponte (Citroen C3 R5) no sétimo lugar a 1.6s de Magalhães.
Depois do azar da qualificação, Pedro Meireles e Mário
Castro (Volkswagen Polo GTI R5) abriram a estrada e foram décimos, atrás de
Alberto Heller (Ford Fiesta R5) e Alexander Villanueva (Skoda Fabia R5).
Talvez não se esperasse uma diferença tão grande logo a abrir, mas meio segundo
por quilómetro é uma margem natural para os mundialistas, que até conhecem os
troços de Fafe razoavelmente bem.
Esta foi apenas a primeira especial do ano, já se sabia que Ricardo Moura é
muito forte neste rali, e apesar de estar parado há muito, começou bem. Armindo
Araújo também começou bem, o mesmo se aplicando a Miguel Barbosa, que,
relembre-se o ano passado esteve muito forte neste rali.
De seguida, todos os principais candidatos lusos.
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