Nas 2 Rodas Motrizes, a luta entre Ernesto Cunha/Rui Raimundo (Peugeot 208 Rally4) e Ricardo Sousa/Luís Marques (Peugeot 208 Rally 4) está completamente ao rubro, já que apesar de Ernesto Cunha ter 119 pontos face aos 95 de Ricardo Sousa, isto significa unicamente que o piloto da Prolama não tem ‘rede de segurança’ enquanto o piloto da The Racing Factory até pode desistir num dos ralis que faltam e mesmo assim ser campeão.
O abandono de Ricardo Sousa no Rali de Portugal é para já o seu resultado a ‘atirar fora’, enquanto Ernesto Cunha venceu ou foi segundo nas provas todas.
Isto significa que ambos têm o triunfo no campeonato nas suas mãos, depende sempre do que fizerem, e a decisão pode dar-se mesmo com os resultados das duas Power Stage.
José Loureiro/Valter Cardoso (Peugeot 208 Rally 4) são terceiros, com 58 pontos, muito longe dos dois da frente, mas com dois segundos lugares obtidos até aqui.
Pedro Silva/Roberto Santos (Peugeot 208 R2) são quartos, sete pontos atrás de Loureiro, o primeiro com um R2 ao invés de um mais recente Rally4.
Ernesto Cunha pode sair de Chaves consagrando-se Campeã de Portugal de Ralis 2RM, dependendo apenas da vitória para confirmar o cenário: “Só nos interessa a vitória e o espírito com que vamos encarar este rali é como se de uma final se tratasse. Apesar de ainda termos o Rali Vidreiro para encerrar a época, sabendo que podemos ser campeões já em Chaves, é impossível apontar para outro desfecho.”
Do lado de lá da barricada, Ricardo Sousa/Luís Marques é imperial terminar e somar pontos, uma vez que o seu pior resultado já aconteceu com os problemas técnicos do Rali de Portugal. Este rali é por este motivo fulcral para as ambições da dupla da Prolama: “…vamos encarar este rali com os olhos colocados no lugar mais alto do pódio; mas sempre com o objectivo de terminar no horizonte, pois já não podemos desperdiçar mais pontos na luta pelo campeonato. No primeiro dia vamos atacar para ver onde nos posicionamos, e a partir daí gerir o rali troço a troço.” concluiu.










