Paulo Neto/Vitor Hugo (Skoda Fabia R5) foram nonos, num rali que não foi fácil para a dupla, que tem tido algumas prestações irregulares em termos de andamento, ainda que tenham uma grande virtude: terminam as provas todas.
O piloto falou-nos do que é guiar este tipo de carros do ponto de vista de um piloto que não é profissional.
Paulo Neto, acompanhado por Vítor Hugo, terminou no 7º lugar entre a comitiva do campeonato nacional. O piloto, ao volante do seu Skoda Fabia R5, teve uma prova em crescendo, que acabou por superar as expectativas: “Sabíamos que este não era o rali onde estávamos mais à-vontade, mas, curiosamente, tivemos uma boa adaptação desde início e conseguimos chegar rapidamente a um patamar de confiança que nos permitiu realizar bons tempos.”
Uma performance que é o corolário da experiência adquirida ao longo de uma época onde a equipa cumpriu todos os ralis. “Na competição automóvel precisamos de rodar para adquirir um maior conhecimento e poder explorar cada vez mais o potencial de cada carro. Felizmente temos feito uma temporada em pleno nesse sentido, com um calendário completo e com todas as provas concluídas. Um percurso que nos tem feito evoluir e que nos permite agora superar um exigente desafio, como é o Rallye Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande, com um andamento que nos deixou bastante agradados”, enalteceu o piloto.
Um evento em relação ao qual o piloto deixa uma palavra ao público presente. “Havia muito público ao longo das classificativas, o que é sempre fantástico para a modalidade. Obrigado a todos pela presença e incansável apoio. Muito obrigado também aos nossos patrocinadores por toda a confiança, à nossa equipa, a ARC Sport, pelo trabalho, e claro, às nossas famílias e amigos.”
A equipa está de regresso à ação dias 5 e 6 de novembro, para o Rally de Mortágua, última prova da época do Campeonato Portugal de Ralis.










