José Pedro Fontes regressa ao Azores Rallye e mostra-se “muito contente de voltar a esta ilha. Este é um rali de que gosto bastante, com classificativas lindíssimas, e sempre defendi que as principais provas portuguesas deviam estar no campeonato nacional.
Desde 2018 que não disputo este evento em que costuma haver concorrência muito difícil. Nesse contexto, pretendo conquistar um lugar no pódio do CPR. As maiores dificuldades vêm de um menor conhecimento do terreno, o que requer melhores notas de andamento. Para além disso, este é um rali longo e com um clima difícil, sobretudo nesta altura do ano.
Toda a estrutura do Citroën Vodafone Team quer levar o nosso C3 Rally2 até um lugar no pódio em termos de CPR, objetivo que poderemos redefinir à medida que a prova decorra. Antes de mais será necessário usar a cabeça para somar o máximo de pontos para o CPR”, disse.
Fontes conta 46 anos de idade e estreou-se nos ralis em 1998 com um Seat Ibiza GTi. É um dos pilotos portugueses com uma das carreiras mais ecléticas e conquistou títulos nacionais em várias disciplinas. Representou a nível oficial vários construtores e nos ralis foi campeão nacional em 2015 e 2016. Neste último ano foi também o vencedor do FIA ERT Iberian Rally Trophy. Desde há alguns anos ligado às marcas do agora grupo Stellantis, está há algum tempo ao volante de um Citroën C3 Rally2. À partida do Azores Rallye, é o quarto classificado do campeonato nacional.










