A diferença entre os dois primeiros cifra-se agora em 9,7 segundos, enquanto Bruno Magalhães continua a ser o único dos Peugeot 207 S2000 no meio dos cinco primeiros.
As condições do piso estão a piorar devido à queda da chuva, com os pilotos a queixarem-se das troços escorregadios e da lama, além de também contarem com o nevoeiro denso que está a dificultar a tarefa dos pilotos.
Está muito difícil. Não conseguia ver a estrada, é inacreditável”, referia Magalhães no final do troços aos microfones da World Rally Radio, sendo secundado na sua apreciação por Juho Hanninen: “Foi um troço muito difícil, por causa do nevoeiro. A descida foi bastante complicada, porque não conseguia ver os pontos de travagem. É um grande rali”, disse o líder da prova.
O piloto luso da Peugeot Sport Portugal está a 21 segundos da frente e tem agora Jan Kopecký bastante mais perto, com o piloto checo a ter apenas 1,2 segundos de diferença para o pódio. Na quinta posição está Patrik Sandell, enquanto Ricardo Moura recuperou as duas posições que havia perdido na primeira especial do dia e voltou a situar-se no sexto posto, a apenas dez segundos de Sandell. Para tal, não só conseguiu ultrapassar Bryan Bouffier, como também beneficiou da paragem no troço de Guy Wilks, que não chegou ao final da terceira especial da manhã.












